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Estar de bom humor turbina o poder da vacina da gripe

Pelo menos nos mais velhos, ficar de bem com a vida parece aumentar a eficácia da imunização contra essa doença

Por Guilherme Eler (da Superinteressante)
8 out 2017, 16h45 • Atualizado em 8 out 2017, 16h45
gripe
Com essa alegria e mais a vacinação, a gripe vai passar bem longe! (Foto: Jay Freis/SAÚDE é Vital)
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  • Não é muito comum abrir um sorriso de orelha a orelha quando se está prestes a receber uma injeção – por menos que você se importe com a picada. Porém, para que a vacina  da gripe seja o mais eficaz possível, seria ideal que você estivesse exatamente assim, no auge do seu bom humor.

    Foi o que descobriu um estudo da Universidade de Nottingham, na Inglaterra. Em um experimento, os pesquisadores testaram a relação entre a vacinação e o humor de 138 adultos, com idade entre 65 e 85 anos. Todos tinham participado da campanha de vacinação 2013/2014 nos Estados Unidos, e também foram imunizados na edição 2014/2015.

    Duas semanas antes da vacinação, os voluntários tiveram seu sangue analisado para verificar o nível de anticorpos – essas moléculas definem a capacidade de resposta a determinada infecção. Aí partir daí, passaram a registrar diariamente seus hábitos. Entravam na lista fatores como alimentação, atividade física, qualidade do sono e estresse. E continuaram as anotações por quatro semanas depois das vacinas.

     

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    Após aplicar as vacinas, os cientistas fizeram dois novos testes sanguíneos nos voluntários – em um intervalo de 4 e 16 semanas pós-imunização. Aqueles que disseram estar de bom humor no dia da vacinação apresentaram um nível de anticorpos entre 8 e 14% maior em comparação ao restante do grupo.

    O “fator-sorriso” é mais um item a entrar para a lista de modificadores do sucesso das vacinas. Estudos anteriores mostraram que a imunização seria mais eficaz quando a vacina é tomada de manhã e que funcionaria menos entre obesos. Para os mais velhos, a eficácia estimada fica entre 17 e 53%, baixa, se comparada à taxa de sucesso entre os mais jovens (entre 70 e 90%).

    Este conteúdo foi publicado originalmente na Superinteressante.

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