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Açafrão é bom para quê? Conheça os benefícios dessa raiz

Uma substância presente no tempero, também conhecido como cúrcuma, tem grande potencial contra tumores e outros problemas. Aprenda a usar o alimento

Por Fabiana Schiavon
11 out 2022, 17h51
benefícios do açafrão
Seja em pó ou fresco, em rodelas, o tempero cai bem em diversas receitas. (Foto: Pedro Rubens/SAÚDE é Vital)
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Não importa por qual nome ela atenda: açafrão-da-terra, cúrcuma, gengibre amarelo ou açafrão-da-índia. Essa raiz, que pode ser utilizada fresca em rodelas ou seca, em forma de pó, é valorizada por suas ações antioxidante e anti-inflamatória.

O coração e a imunidade são especialmente favorecidos com seu consumo. Conheça mais sobre os atributos do alimento e como tirar proveito deles.

O que é o açafrão-da-terra e para que ele serve?

Trata-se de um tempero originário da Índia e que vem chamando a atenção da ciência por suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Conhecido também como cúrcuma, ele reúne uma gama variada de substâncias benéficas, como as vitaminas B6 e C, potássio e ferro.

“A vitamina C é um antioxidante muito importante, que tem um papel de proteção do sistema imunológico. Já o ferro trabalha no fortalecimento de músculos, ossos e dentes”, aponta Clarissa Doimo, nutricionista de Campinas, interior de São Paulo.

Mas a substância que mais chama a atenção da ciência na composição do alimento é a curcumina, pigmento que dá o tom amarelado à raiz e tem uma ação antioxidante bastante expressiva.

Por causa sobretudo desse composto, muitos estudos apontam um elo entre o consumo do tempero a uma redução no risco de enfrentar um câncer.

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E as vantagens vão além: “Ele ajuda a controlar a glicemia, além de baixar o LDL, que é colesterol ruim e, assim, prevenir doenças cardiovasculares”, explica Juliana Zanetti, nutricionista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

A raiz também se mostra uma ótima aliada no controle da pressão arterial.

Como usar o açafrão?

O ideal é comprar a raiz fresca. “Se não encontrá-la, dá para plantar em casa, pois é de fácil cultivo”, defende Clarissa. Ela pode ser picada em rodelas para entrar nas refeições.

O açafrão vai bem em carnes, frango, peixes, arroz, massas e sopas. “Eu tenho o hábito de colocar o açafrão no ovo mexido e também batê-lo no suco”, compartilha a nutricionista da BP.

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O tempero ainda pode ser combinado com pimenta. “A piperina, uma substância presente na pimenta-do-reino, melhora a absorção das substâncias do açafrão”, nota Juliana.

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Nessa linha, uma dica de Clarissa é deixar rodelas de cúrcuma dentro do vidro de azeite. “A gordura ajuda no aproveitamento da curcumina”, indica a nutricionista de Campinas.

Outras boas parceiras para a raiz são a chia e a linhaça, sementes que também tem gordura suficiente para turbinar essa absorção.

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Vale ressaltar que a raiz pode ser congelada. “Separe as rodelas em pequenas porções e vá utilizando um pouco por dia”, indica Clarissa.

Quem busca uma cozinha mais prática pode recorrer ao açafrão em pó para essas mesmas receitas.

Um recado: pessoas que sofrem de pedra na vesícula devem evitar o alimento. “O consumo pode aumentar as contrações biliares”, justifica Juliana.

Como usar açafrão contra inflamações

A raiz é bastante procurada por quem sofre de doenças inflamatórias, como artrite e artrose, lembra Clarissa.

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“Profissionais de saúde receitam cápsulas de açafrão concentrado para auxiliar no tratamento de doenças articulares e outras inflamações. O potencial é enorme”, avalia a nutricionista.

Mas colocar o tempero nas refeições do dia a dia também pode dar uma força contra esses problemas.

+ Leia também: Nimesulida: o que é, para que serve, como tomar e cuidados

Qual a dose indicada para obter benefícios?

A recomendação, segundo Juliana, é consumir diariamente uma colher de chá do açafrão em pó (o correspondente a 5 gramas) ou de duas a três rodelas na forma de raiz.

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“O potencial tóxico do alimento é baixo, mas não se recomenda mais de 10 gramas por dia. O exagero pode resultar em alguns desconfortos gástricos e irritação na pele”, alerta a nutricionista da BP.

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